MAQUINARIA / Thiago Schneider Herrera

O livro reforça o óbvio – enquanto humanos não somos produtos, enquanto produtos não somos humanos. Dessa forma, os textos nos convidam à rebeldia humana, que, por mais trágica que seja, nos instiga na busca pela integridade existencial do autor, seu caminho analógico ao encontro de si, reconhecendo-se enquanto fim. Parece que, para o autor, escrever é o ato de limpar-se das graxas pútridas da máquina. Enfim, Maquinaria nos diz do ato de se despertar humano. Rafael Zaramela
Nutrir-se dos prazeres sensoriais imediatos como algo compensatório para a nossa natural banalidade faz de nós, pós-modernos, reféns de um mundo ilusório, instantâneo e superficial. O que define a maioria das pessoas hoje em dia são as marcas, e não mais as ideologias. T.S.H.
Serviço:
Maquinaria
Thiago Schneider Herrera
Scortecci Editora
Contos
ISBN 978-85-366-2364-1
124 páginas
2ª edição - 2017